Conta-se Que Um Dia...
Com Muita Alegria...
Na Beira De Um Rio O Sapo Amanhecia...
E Um Escorpião Ao Seu Encontro Se Dirigia...
Ao Se Aproximar...
Do Rio, Não Do Mar...
O Escorpião Veio A Chegar...
Procurando Elogiar...
Pois O Rio Ele Queria Atravessar...
Mas Como Não Sabia Nadar...
Com O Sapo Ele Decidiu Conversar...
__Olá, Amigo Como Vai...
Viu, Preciso Atravessar O Rio...
Pode Me Dar Uma Carona...
(O Sapo Rapidamente Indagou.)
__Pra Você Me Picar E Eu Morrer Afogado?
__Não. Eu Seria Incapaz De Fazer Uma Coisa Dessa,
Pois Eu Também Afundaria... (Disse O Escorpião.)
(O Sapo Convencido Aceitou Atravessar O Amigo.)
Chegando No Meio Do Rio...
O Escorpião Cravou Seu Ferrão,
No Pobre E Inocente Sapo...
Este Na Ância Da Morte Exclamou:
__Porque, Porque Fez Isso?
O Escorpião Também Afundando Respondeu...
Com Frieza...
__Não Sei, Não Sei, Sou Um Escorpião E Essa,
É A Minha Natureza!...
Moral: Quem Muito Confia Acaba Sendo Traído!
(este poema é uma versão de uma fábula)
Jeferson Caetano